lunes, 13 de mayo de 2013
lunes, 6 de mayo de 2013
miércoles, 17 de abril de 2013
sábado, 13 de abril de 2013
Germinar
Germinar
São amados, aqui,
agora, são profundamente amadas.
Esta é a presença
de deus no teu interior, no teu exterior.
Tudo é um agora.
Tudo é um.
Agora.
Sente esta paz para
além do que acostumas perceber.
É o mesmo que
permitires que caia uma pedra num buraco negro: nem ouves o som da pedra ao chegar
ao fundo, mas sentes a sua queda. Assim é a minha presença hoje em ti. É um
pequeno estímulo que te permite perceber quanto há de profundo em ti, os níveis
de existência espiritual que há em ti. E a minha voz, e o meu corpo, não são a
verdade, assim como a pedra não é o buraco. Mas a voz e a pedra são a
ferramenta para descobrir o buraco, para acordar a alma na amplitude e
intensidade necessárias neste momento de mudança.
Essa profundidade
que percebes agora na alma é o mesmo que uma semente dentro da terra a receber
o aconchego, a pressão, o calor e a humidade que germinam a vida. Do mesmo modo,
as almas estão em estado latente. Costuma-se viver no corpo e na mente, sendo a
experiência espiritual um momento uma realidade que se mostra timidamente.
A semente está escondida
na terra em estado latente. A alma é como um amigo que chega de visita à tua
casa e que não sabes nada dele. Não conheces seus hábitos, somente sabes da sua
visita. Acolhes este amigo e esse momento de novidade serve para abrir o
coração. Nasce a felicidade, uma percepção da vida que está mais além do comum
e tem a ver com a verdade que te habita. Essa visita do amigo é como a gota de água
que chega à semente, como o calor do raio de sol que aquece a semente.
Espreitas a vida, abres uma janela à vida desde outro ponto de vista. É só um
momento porque tu és uma semente; se recebesses água o tempo todo, apodrecerias,
se recebesses sol o tempo todo secarias. Mas esses estímulos, que são as
intuições que recebes da tua alma, são o alimento para te lembrar o caminho à
vida plena.
Teu labor como
semente é confiar na germinação, não te importares tanto com as circunstâncias
do que acontece ali acima, no mundo. O mais real de ti acontece no profundo
invisível dum novo mundo a nascer. Tira importância das formas, daquilo que
acontece. Fica aberta a receber essa gota de água, esse raio de sol, na melhor forma
para tua germinação. Recebe as mensagens da tua alma, que mudam o mundo, mas
não esperes sempre a mesma gota, o mesmo raio, e não esperes sempre da tua alma
a mesma intuição, a mesma mensagem. A sabedoria da alma não é a verdade das
formas, exprime-se sempre diferente e muda; cada dia a gota cai numa direção
diferente, ajudada por um vento diferente, e isso não importa. Não julgues
aquilo que intuis, mas aceita-o como alimento do teu crescimento, porque essa
intuição leva ao nascimento, ao milagre da vida. Isso é o que interessa à
semente, apaixonar-se pela vida. Não queiras estabelecer verdades acerca do
mundo, de ti própria, dos outros. O novo mundo precisa primeiro de nascer.
Quando o amigo te bate à porta de casa, quando a intuição chega, abre a porta,
abre o coração e abraça. Não julgues se a intuição é apropriada: é sempre
apropriada, é sempre alimento para a vida e é sempre distinto.
Valoriza, pois, a
escuta da tua alma, da tua intuição, um caminho para te apaixonares pela vida.
Se a tua intuição te afasta da vida, é a mente o que estás a escutar, não é a
alma.
Aqui, agora,
tu és amada,
profunda e
absolutamente amada.
Mensagem
transmitida pelo Alberto Saiz Rodríguez
numa meditação grupal no dia 1 de dezembro de
2013 na Moita (Portugal)
viernes, 5 de abril de 2013
viernes, 15 de febrero de 2013
Actividades marzo 2013
Los
pétalos de la rosa
son
plenos
al
expandirse juntos.
Esta
primavera,
florezcamos
en lo Uno.
Taller pranismo, sanaciones y presentaciones literarias en:
miércoles, 6 de febrero de 2013
Novo Mundo, Retiro 4ventos primavera 2013 com Alberto Saiz
Novo mundo
Retiro espiritual
De 21 a 23 de Junho 2013
Facilitado por Alberto Saiz
Os nossos
corações são o novo mundo
Os nossos olhos,
as estrelas que guiam o seu rumo.
Os nossos pés, as
raízes que o asseguram na realidade.
As nossas mãos, a
benção que o faz consciente.
Os nossos
corações são o novo mundo.
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